Sábado ao pisar no Joaquim Prestes pela primeira vez depois da tragédia do começo do ano, tive uma emoção diferente, sempre ao entrar no "Joaquimzão" entrava com o sorriso no rosto e a vontade de empurrar o time, um time que motivava a torcida.
Porém sábado foi tudo muito diferente, entrar no Ginásio com a bandeira nas costas, olhando as arquibancadas, um pouco vazias pois cheguei antes no jogo, enquanto caminhava pelo anel superior de passagem olhando pra quadra visualizando as jogadas que vi naquele ginásio.
Me passou pela cabeça o "ídolo" Kumano nos seus gols, A torcida gritando Nikinha no Ginásio enquanto o Mini-Goleiro estava defendendo nossa trave.Lembrando lances do já não tão novo Ademir que voltou para o time na vontade de conquistas. Lembrei dos mais recentes lances de Rômulo e Até o David me passou pela cabeça pela vontade de defender aquela camisa que trazia tanta gente pelo ginásio.
"TANTA GENTE" Essa expressão nunca é tão usada quanto em jogos contra Pato Branco e Cascavel em um Joaquim Prestes pequeno para aproximadamente:
3 mil e 500 Pessoas
3 mil e 500 Torcedores
3 mil e 500 Goleiros
3 mil e 500 Fixos
3 mil e 500 Alas
3 mil e 500 Pivôs
3 mil e 500 Vozes
3 mil e 500 Técnicos
3 mil e 500 Árbitros
3 mil e 500 Gritos de IF
3 mil e 500 Corações Pulsantes pelo Mesmo Objetivo
Enfim a volta ao Joaquim Prestes foi a volta da Segunda Metade do Sexto Jogador do Time. Pois sua primeira e mais importante metade a Torcida esteve presente junto com o time em todos os momentos desse ano, seja chorando junto pela perda do Robson, seja festejando os Gols do Japonês, as Defesas do Brigadeiro, os Dribles do Neto e Carrapicho, as jogadas do Fernandinho e Ricardinho, as comemorações do Oliveira, nossos goleiros reservas que sempre mostram a dedicação, a vontade do Biro e do Edson, a concentração e experiência do Chupeta, a vontade do Polenta, o mais novo membro da família CAD Paulo Henrique, e a Calma do Técnico Baiano e sua comissão técnica que levam o time a buscar sempre o topo.
Torcemos e apoiamos para que esse Ano que começou como o Pior da nossa História termine como o Ano da Superação e do Título Paranaense, e se o título não vier, que fique a raça e a determinação para ano que vem, pois a torcida nunca vai se cansar de apoiar e levar cada vez mais esse time ao Topo.
Vida Longa ao CAD e a Torcida Guarapuavana, e que as emoções dos torcedores sejam as melhores Possíveis.
Jean Carlos Licoviski
eeeita lêlê, até que descreveu bem o momento ;}
ResponderExcluirPolaquinho tah virando escritor .-.